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Pesquisa sobre os benefícios do abraço no desenvolvimento dos bebês

Pesquisa sobre os benefícios do abraço no desenvolvimento dos bebês

Dicas da Mama

Eu, Clau, quando recebi essa informação por email já gostei de cara. Faz muito tempo que eu e minha amiga Mara Cláudia praticamos a terapia do abraço. Sim, isso mesmo, terapia do abraço. Começamos com isso quando trabalhávamos juntas em uma empresa siderúrgica e, de lá pra cá já se passaram muitos anos (xiiii, tamo ficando velha hahaha). A nossa terapia consiste em nos abraçar durante alguns segundo, transmitindo coisas boas uma a outra. Eu sempre achei que o abraço é algo muito bom de dar e receber. Com ele você se aclama, troca energia, comemora, vibra, ri, chora….cabe tudo em um abraço. E por isso fiz questão de publicar este artigo de uma marca que eu sou consumidora, a Huggies.

cabe muuuuuuito amor e alegria dentro de uma abraço. Esse é o meu melhor abraço.

A Huggies®, marca da multinacional americana Kimberly-Clark que oferece uma solução completa de cuidado com bebês, realizou pesquisa global em que identificou diversos benefícios que o abraço e o afeto geram para o desenvolvimento infantil. A pesquisa foi baseada em um artigo desenvolvido pela Canadian Association of Paediatric Health Centres em colaboração com a marca, e aprofundada no Brasil em parceria com a consultoria MC15, destacando o efeito positivo do afeto humano em nossa vida. A marca, que tem o “abraço” em seu próprio nome – mistura de “Hug” (abraço), com “Babies” (bebês) e, portanto, aborda o tema como parte de seu posicionamento – realizou a pesquisa com o objetivo de entender a importância do gesto para o seu desenvolvimento.
O resultado apresenta o valor do gesto para os bebês, entendendo que suas necessidades são amplas – além de bons cuidados pessoais, como uma boa alimentação e atenção com a higiene, um bebê precisa de afeto e atenção. Nos primeiros anos de vida, o pequeno necessita de um ambiente acolhedor e flexível, que se ajuste às suas necessidades. A importância do abraço para o desenvolvimento está ligada aos primeiros contatos que o bebê tem com o mundo à sua volta e suas primeiras interações – o abraço está relacionado ao tato, primeiro sentido que desenvolvemos e que proporciona a sensação de quem somos. Além do abraço estar relacionado com descobertas e representar a troca afetiva entre o bebê e a mãe ou o pai, este gesto carrega consigo um compilado de macro benefícios físicos e psicológicos. Dentre os benefícios do abraço identificados pela pesquisa estão:

Abraços reproduzem o ambiente intrauterino do bebê, promovendo-lhe conforto e segurança: Nos estágios iniciais, o abraço contribui para a sustentação do bebê, essencial para o seu desenvolvimento. Ele o protege de estímulos internos e externos, promovendo um “suporte confiável”, que é o somatório de aconchego e proteção fornecidos pelo pai ou pela mãe. Com essa função de “sustentação”, o pai instaura uma rotina (repetitiva) de cuidados cotidianos que vão sustentar, não somente corporal, mas psiquicamente, o pequeno. Desse modo, a realidade externa, para o bebê, é muito simplificada e permite que ele crie pontos de referência simples e estáveis, facilitando sua integração no tempo e no espaço.

Abraços promovem ganho de peso: Estudo conduzido na Duke University School of Medicine descobriu que quando afastados de suas mães quando filhotes, alguns mamiferos apresentavam uma queda no hormônio de crescimento, que só voltava a aumentar, quando a mãe era devolvida para a sua companhia e por isso, o afeto está ligado ao ganho de peso e crescimento saudável.

Abraços ajudam no desenvolvimento do cérebro: Segundo o neurologista Christian Muller, é na primeira infância que o desenvolvimento dos neurônios avançam, adquirindo melhores conexões entre as células nervosas, contribuindo para as funções motoras, de linguagem e social. Ocorrem o crescimento e amadurecimento do cérebro, aquisição dos movimentos, desenvolvimento da capacidade de aprendizado, iniciação social e afetiva, entre muitos outros aspectos interligados e influenciados pelo ambiente onde o bebê vive. O estímulo adequado às crianças de até seis anos, aliado à boa alimentação, gera benefícios que vão desde o aumento da aptidão intelectual até a formação de adultos preparados para lidar com os desafios do cotidiano.

Abraços melhoram nossa capacidade de enfrentar medos e desafios: O afeto pode ajudar as pessoas a diminuírem sua angústia. Os pesquisadores Inagaki TK e Eisenberger NI da UCLA descobriram que, quando os participantes do estudo eram submetidos a situações de desconforto, as regiões cerebrais associadas com atenuação do medo eram ativadas se seus parceiros românticos lhe dessem as mãos. Essa descoberta indica que a oferta de apoio social através do contato físico permitiu-lhes lidar melhor com a experiência estressante.

Abraços agem como fortalecedor do sistema imunológico: O abraço é capaz de prevenir doenças relacionadas ao estresse e diminuir a susceptibilidade de contrair infecções. Segundo estudo da Carneggie Mellon University, um terço das pessoas pesquisadas não desenvolveu os sintomas da gripe – exatamente aqueles que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança. Em quem foi infectado, mas tinha uma frequência maior de apoio social – como os cientistas chamaram o ato de abraçar no estudo -, os sintomas da doença foram mais brandos.

Abraços promovem um crescimento da nossa autoestima quando adultos: A partir do momento do nosso nascimento, as sensações tácteis são encaixadas em nosso sistema nervoso. Em seguida, durante a nossa infância, os abraços amorosos e afagos que recebemos se desenvolvem em nosso senso de autoestima que levamos para a vida adulta em um nível celular. Nossa família nos mostra que somos amados e especiais. As associações de autoestima e sensações táteis de nossos primeiros anos ainda estão encaixadas em nosso sistema nervoso como adultos e quando somos abraçados lembramo-nos disso a um nível somático. Abraços, portanto, ligam-nos à nossa capacidade de autoamor.

Abraços contribuem para socialização e formam indivíduos menos agressivos na vida adulta: Bebês que recebem atenção e tempo de qualidade junto a seus pais se tornam adultos mais saudáveis e com melhores habilidades sociais. Isso os mantêm calmos porque todos os sistemas corporais e neuronais ainda estão se estabelecendo, descobrindo como vão funcionar. Se os adultos deixam que os bebês chorem muito, esses sistemas desenvolverão um gatilho fácil para o estresse. Por isso, os adultos que tiveram menos contato e menos afeto costumam ter reações de estresse mais vezes e sentem dificuldades para se acalmar. Manuseio e contato corporal são “nutrientes” essenciais para o cérebro em humanos e outros animais em desenvolvimento. Privar os bebês de afeição física pode causar disfunção neurológica, o que leva a um comportamento anormal e prejudicial.

Além dos benefícios para os pequenos, o abraço também é um forte estímulo para as mães e pais, que se sentem amados, com seu esforço reconhecido e seguros de que estão protegendo seu bebê. Desse modo, a pesquisa ainda reforça o posicionamento de Huggies®, que carrega o abraço no nome. “Abraços são a fonte de inspiração da marca“, afirma Patricia Macedo, diretora da categoria de cuidados infantis da Kimberly-Clark Brasil. “Huggies® entende que o gesto é fundamental para o desenvolvimento e crescimento feliz dos bebês. Por isso, todos os nossos produtos são inspirados no conforto e proteção desse gesto“.

Nós também acreditamos no poder do abraço

About the author

Ana Claudia Cukier, jornalista, tímida, madrinha de duas meninas lindas e doces e mãe do Guilherme. Hoje me realizo nas funções de mãe e blogueira e tenho certeza que a maternidade me deu paciência, uma virtude que eu não tinha e que hoje não consigo me imaginar sem.

3 Comments

  1. Ariane Baldassin
    16/06/2017 at 18:22
    Reply

    Ah o abraço … acalenta, acalma, aconchega em qualquer idade, imagine bebês e crianças não é?

  2. Chris Ferreira
    14/06/2017 at 13:23
    Reply

    Abraços são tudo de bom. Eu também pratico a terapia do abraço e gosto daqueles abraços que o coração encosta no coração. Muito boa a matéria.
    beijos
    Chris

  3. Claudia
    13/06/2017 at 21:43
    Reply

    Que post mais delicioso!
    Também acredito muito no poder do abraço
    Até nos momentos mais tristes…eles são inesquecíveis!
    Bjks mil, querida

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