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Desenvolvimento infantil #1

Comportamento, Saúde

Durante as próximas semanas, farei uma série de posts sobre o desenvolvimento infantil. Sua participação é essencial: mandem dúvidas, comentários e experiências…

Este primeiro será dedicado ao nascimento e tudo o que rodeia este lindo e importante acontecimento. As mamães que estão passando por esta primeira experiência costumam ficar cheias de dúvidas, então vamos lá!

Se tudo transcorrer bem durante a gravidez, o bebê deverá nascer entre 38-40 semanas de gestação. No caso de gravidez gemelar, 36 semanas já é considerado normal.  

Giuliana e a Vicky na barriga, já nas últimas semanas da gestação
 
Logo que nasce, o bebê recebe a sua primeira “nota”. É o índice de Apgar, no qual são medidos batimentos cardíacos, respiração, tônus muscular, cor e irritabilidade/ reflexo. São atribuídas notas de 0 a 2 a cada um desses aspectos e em seguida somam-se os valores para obter a nota final. Após 5 minutos uma nova avaliação é feita. São consideradas notas normais de 8-10. O objetivo é avaliar quais as condições de nascimento do bebê e verificar se há necessidade de intervenções imediatas. 

Victoria tinha acabado de nascer!
 
Ainda na maternidade, o vínculo já tão forte entre mamãe e bebê se fortalecerá ainda mais: a nova mamãe iniciará o processo de amamentação. Para algumas é algo fácil é natural, mas nem sempre é assim e, acredite, você não fez nada errado! As mães podem ficar muito nervosas e se culparem, achando que estão “errando”. O bebê não “pega” o bico do seio, é o leite que não desce, o bico do seio que dói! Quanto desespero! Mas faz parte…

O importante é manter a calma e ser persistente. No início o leite demora a descer. Mas este “leitinho” de aspecto e consistência estranhas é chamado de colostro e é super importante para o bebê. Ali estão concentrados nutrientes importantes para o início da alimentação do bebê: é rico em proteínas, água e gorduras essenciais. Enquanto o bebê começa a mamar, a mulher sente pequenas contrações uterinas, o que ajuda o útero voltar ao seu tamanho normal. Além disso, amamentar ajuda a mãe a eliminar os quilos que adquiriu na gravidez, sem contar que amamentar é maravilhoso. Claro, as minhas experiências foram boas, mas nem todas as histórias são iguais! Vários fatores podem influenciar positiva ou negativamente o aleitamento materno. Caso não consiga, não se culpe!  

Imagem do Pinterest
 
Nesta etapa, medos, duvidas e incertezas rodeiam a cabeça dos pais. Tudo é novo e é só o início de uma longa jornada! 

Vou finalizando por aqui. No próximo post escreverei sobre o primeiro ano do bebê. Quantas coisas boas nos esperam!

Post escrito pela nossa parceira Camila Bijos Maués Corregiari. Ficou com alguma dúvida? Mande-nos uma mensagem!

About the author

Giuliana Pierri, psicóloga clínica e mãe da Victoria. É extrovertida e fala até com as paredes. Sempre gostou de moda e, como mãe de menina, expandiu o seu interesse também por moda infantil. A maternidade me desacelerou um pouquinho (só um pouquinho!) e me proporcionou um pouco mais de paciência para aproveitar a vida ao lado da minha família.

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