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Cama com escorregador

Comportamento, Perrengue

Inauguraremos com este post a categoria “Perrengue” aqui no site… Criou uma baita expectativa com algo e não deu certo? Vai pro “Perrengue”! Passou por uma situação difícil? Vai pro “Perrengue” também! Ou alguém aqui ainda acha que a maternidade é um comercial de margarina?

Bom, vamos lá! No primeiro semestre eu resolvi tirar a Vicky do berço e transferi-la para uma cama. O berço dela se transformava em mini-cama, mas achei que era melhor fazer a transição direta para uma cama de solteiro mesmo.

Quando eu conheci o modelo de cama alta, com escada e escorregador, fiquei mega empolgada. Achei que ela aproveitaria muito o escorregador e, eventualmente, a parte de baixo da cama (um tipo de “cabaninha”). 

Não fiquei com medo da Vicky cair, pois ela é uma criança que não gosta de se arriscar muito. Claro, a cama também vem com uma grade de proteção.

Como o quarto é pequeno foi bem complicado para achar uma posição legal para a cama e para o escorregador… Mede daqui, mede de lá e resolvi comprar! 

 

Cama, escorregador e cabaninha!
 
 Pois bem, a Vicky amou a cama, maaaaas… não escorrega. Ela joga as bonecas, almofadas, as meias e qualquer coisa que esteja em sua cama, só que escorregar que é bom nada!

Pra não falar que ela nunca escorregou, semana passada ela estava dormindo e acabou escorregando dormindo. Não aconteceu nada demais com ela, pois algumas almofadas amorteceram o impacto. Claro que foi um mega susto, mas não passou disso!

Porque contei tudo isso? Acho interessante avaliarmos algumas escolhas… Muitas vezes a gente acha que sabe o que nossos filhos querem ou gostam, mas será que pensamos realmente neles? Ou projetamos nossas vontades nos pequenos?

A cama? Bom, a cama continuará no quarto, mas resolvi arrancar o escorregador e aumentar a grade de segurança até a cabeceira. Melhor não arriscar!

Pelo menos a “cabaninha” é usada diariamente, não errei tanto assim! 

 

“A cama é minha e ninguém mexe!”
 
 

About the author

Giuliana Pierri, psicóloga clínica e mãe da Victoria. É extrovertida e fala até com as paredes. Sempre gostou de moda e, como mãe de menina, expandiu o seu interesse também por moda infantil. A maternidade me desacelerou um pouquinho (só um pouquinho!) e me proporcionou um pouco mais de paciência para aproveitar a vida ao lado da minha família.

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